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IC Week RJ 2016: dicas para doces de casamento

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Foram trinta minutos. Mas acabaram como se tivessem sido apenas três. O diretor comercial Lucas Andrade substituiu a empresária Louzier Lessa – que estava doente e não pôde comparecer – e deu um show de conhecimento

Junto com Lucas, três garçons entraram na sala de palestras com degustações que davam água na boca. Enquanto o trio oferecia os quitutes para o espaço cheio, o diretor comercial ia explicando os sabores que estavam sendo distribuídos. “O de leite ninho com nutella explode o recheio na boca”, afirmou enquanto a plateia soltava “humm”.

Sem exageros! Os doces da eram mesmo tudo isso e um pouco mais. Consistentes, doces na medida certa e supersaborosos, ninguém resistiu. Não se engane achando que o foco é apenas no interior, pois o exterior é tão interessante quanto.

“Os doces são sempre personalizados de acordo com a decoração. Damos consultorias para escolher os recheios e fornecemos as forminhas na cor da festa. Mas tem doces tão artesanais que o bonito é aparecer o próprio doce e não com forminha”, alerta Lucas.

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HORA DE CRIAR

“Você come, engorda… É um horror. Estou de dieta há 26 anos e não consigo”, disse tirando risos do público – aliás, o bom humor do palestrante conquistou a todos, que em vários momentos não se contiveram e riram ainda mais. O momento de criação é realmente testar, provar, misturar, refazer, etc, até dar certo.

Louzier se tranca no laboratório e começa a misturar ingredientes. Lucas entra, dá alguns pitacos, às vezes ela absorve, outras vezes não e por aí vai. É um processo um tanto longo, mas no final o resultado é incrível.

A inspiração vem de todos os lados. Viajar é um dos mais importantes. “Ela passeia muito para fora do país na intenção de trazer novidades. Foi pra Dubai uma época, trouxe umas flores e criou um doce com flores comestíveis”, comentou.

DICA DE MESTRE

O ideal para uma festa é de cinco ou seis doces por pessoa. “Gosto de mesa bem cheia, bem farta. Quando o convidado chega na comemoração ele quer ver a noiva, depois quer ver o doce”,  falou arrancando boas risadas do público.

PARA O DIA SEGUINTE

“Acho fantástico levar o docinho pra casa! Tem um modo educado de levar, que é com caixinhas personalizadas. É bom colocar uns cinco ou seis doces”, sugeriu Lucas, abrindo espaço para a próxima palestra sobre identidade visual, com a Claudia Haddad, da Papel à La Carte.

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É apaixonada pelos casamentos ao ar livre regados a alto-astral e as melhores músicas – sem dúvida “Chocolate”, do Tim Maia, vai abrir a pista de dança do seu. Acredita que a sua hora vai chegar aos 30, mas enquanto isso adora transmitir as alegrias dos noivos através das suas palavras.