Hinata Bufê: a beleza e tradição japonesa no seu casamento

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Texto: Júlia Cerqueira

Filha de pais japoneses, Mayumi Muto iniciou o Hinata Bufê de forma despretensiosa e se tornou a pioneira de buffet de comida japonesa em festas. Inicialmente, sua intenção era ter uma fábrica de conservas e saladas japonesas. Como sempre teve uma quedinha para a culinária, certo dia foi chamada para fazer o aniversário de sua madrinha, para 100 pessoas.

Após esse dia, os pedidos começaram a surgir e ela conta como foi essa trajetória em mais uma #LivedoNied.

FN: O quanto influencia o serviço de buffet principal da festa para você fazer o cálculo do buffet japonês da festa?
MM: Primeiro, a gente precisa entender o desejo dos noivos. Eu trabalho com a tabela tempo X quantidade. Porque eu preciso de uma certa quantidade para atender a um determinado tempo. Como seria isso? Eu sugiro sempre que o buffet japonês seja um complemento do buffet principal. Então eu sugiro que para 2h, 15 peças por pessoa, mas existem variáveis…

FN: Quanto itens você tem no cardápio?
MM: A gente tem e sugere para as festas de casamento e 15 anos, por exemplo, os combinados de sushi e sashimi. De sushi a gente tem o salmão, o atum, o adoki, o camarão, o salmão skin… tem bastante opção de sushi. E de sashimi e a gente costuma trabalhar com salmão, atum e o adoki. 

 


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FN: Como é sua preocupação para a forma de servir a comida japonesa?
MM: Nós temos a preocupação de oferecer um serviço que seja o mais confortável possível, para evitar acidentes com shoyo, por exemplo. Em todos esses anos no mercado, nós quase não tivemos acidentes desse tipo. Todas as nossas louças e materiais, são focados para servir da forma mais confortável e segura, não só na degustação,mas na segurança alimentar também.

FN: Sobre segurança alimentar, como você armazena os peixes frescos? Que horas sua equipe chega no local para a produção?
MM: Nossa produção é feita no dia do evento. A gente chega em torno de 2h antes do horário da cerimônia, porque nossa produção é calculada em cima do horário que vai ser servido. A gente tem o acompanhamento de uma nutricionista (minha irmã), trabalha com a gente desde que começamos, então nós sempre pensamos em oferecer um serviço focado na segurança. Uma coisa que me dá muito prazer é ver as crianças e servir uma comida com segurança. Então a gente aqui toma muito cuidado e graças a Deus nunca tivemos nenhum problema com relação a isso (segurança alimentar). É tudo muito refrigerado, cozinha climatizada para quando a comida for servida ter um frescor. Para a gente poder levar não só a beleza, mas também o frescor e a qualidade de uma comida gostosa para os convidados que estão lá.

FN: Você nasceu aqui ou no Japão?
MM: Eu nasci aqui no Brasil e meus pais são japoneses. Meu pai é imigrante da época tecnológica para o estaleiro Ishikawajima do Brasil. E minha casa era o ponto de encontro da família e de amigos japoneses. porque naquela época não tinha restaurante japonês assim no Rio de Janeiro. Então nos fins de semana em nossa casa sempre tinha amigos ou familiares e minha casa é assim até hoje.

FN: O quanto a sua cultura e tradições japonesas influenciam no seu “eu” empresária e na sua forma lidar com a sua equipe?
MM: Eu sou muito grata à equipe que a gente tem. A gente traz sim essa cultura japonesa, essa criação que eu tive de fazer sempre o melhor, os conceitos de omotenashi, de que não tem frente nem verso, você faz o seu melhor independente de qualquer coisa. A gente também aplica os conceitos Kaizen (doutrina japonesa de aprimoramento contínuo). Também costumo falar com a equipe que isso aqui é uma grande locomotiva, são peças diferentes mas que todas são importantes. Se uma não trabalhar direto, compromete todo andamento. A função e talento de cada um é muito importante para que um evento seja bem feito.

FN: O que você precisa de estrutura para servir o seu buffet com qualidade?
MM: É muito importante a gente saber quem são os parceiros que estão envolvidos naquela festa. Então a gente faz contato com cerimonial, a gente faz a visita técnica… então eu preciso de um espaço na casa de festa para que a gente trabalhe a comida japonesa. Eu costumo dizer que, a gente trabalha em conjunto, mas que somos um buffet independente. eu não posso ser pesada para o meu parceiro, ou seja a minha estrutura tem que ser separada para trabalharmos de forma conjunta.

FN: Tem algum tipo de evento que você não faz?
MM: A gente faz todos os tipos de eventos. O que temos uma certa limitação é com a quantidade. Eu não consigo atender eventos muito pequenos, para 10 pessoas, por exemplo. Para a gente é muito difícil, porque geralmente as pessoas querem esse tipo de evento para o mesmo dia de eventos grandes e porque eu trabalho só com peixe fechado, isso dá a garantia de que ele estará sempre fresco, e esse peixe tem que ser consumido todo no mesmo dia. Então, o mínimo de pessoas que atendemos é 1.800 peças. 

Nessa live, a Mayumi também conta como o Hinata Bufê mudou de patamar depois de conhecer o Fabiano e a inesquecível casamento. Quer saber o que rolou? Então assista na íntegra!

 

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Dicas de BUFFET japonês nas festas! #juntossomosinesqueciveis #buffetjapones #buffet #inesquecivelcasamento #ic18anos

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