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Frances Chocolates: a doçura do grande dia

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Texto: Kathia Pompeu e Elisa Paixão

O que começou de forma despretensiosa para ela acabou se transformando em uma verdadeira paixão: a arte dos doces de casamento. Confira um pouco mais sobre a trajetória de Frances e saiba como seus doces e chocolates conquistaram as cariocas!

Impossível não se deixar levar pela espontaneidade da empresária de doces de casamento Frances Waichman.  Em seu escritório de atendimento, em Copacabana, passam dezenas de noivas semanalmente em busca dos produtos de qualidade e a orientação embasada da especialista. E lá, numa atmosfera açucarada, se deparam com a personalidade bem-humorada típica de quem faz o que gosta, e se mantém atualizada com o mundo. Inteligente, criativa e mãezona de uma clientela tão fiel quanto crescente, é uma senhora profissional.  Para ela, sucesso não está representado em cifras ou quantidade em vendas; mas na repercussão de seu trabalho nos principais eventos da cidade. Afinal, é rara a comemoração que não conta com a dulcíssima presença de suas criações. Energia produtiva que, certamente, resvala dos ingredientes utilizados em seu atelier culinário e chegam em formas e sabores irresistíveis às mesas festivas.

Frances Waichman - Foto: Aszmann

  • O que fez surgir a ?

O entusiasmo em investir numa atividade nova. Sou formada em História e Geografia, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e tenho cursos de extensão em Economia. Há 10 anos, por indicação de uma amiga, fui conhecer uma fábrica de chocolates em São Paulo. E, de modo bem informal, passei a revender caixas de bombons finos aqui no Rio – como uma terapia ocupacional.  Em pouco tempo, o negócio tomou corpo e resolvi investir numa produção própria. Fiz um curso básico de manipulação de chocolates e passei à fabricação caseira. Daí para começar a fazer doces foi um pulo. Hoje, tenho cinco lojas centralizadas, sendo quatro de produção e uma para atendimento.

  • Qual o seu perfil de clientes?

O mais eclético possível. Atendo desde profissionais de eventos – como produtores, cerimonialistas e decoradores – até o consumidor direto, que inclui especialmente noivas. Da mesma forma, forneço meus produtos para os mais diferentes segmentos de celebração, somando bodas, aniversários ou coorporativos, entre outros exemplos. Não existe restrição no meu trabalho. Forneço desde quantidades mínimas – para recepções residenciais ou datas sazonais, como Páscoa, Natal e dia das mães – até centenas ou milhares de unidades, com a mesma preocupação e critério de qualidade.

  • Quantos produtos, entre doces e chocolates, você oferece na sua empresa?

São inúmeras opções que variam entre clássicos e autorais – como os vasinhos de vidro lançados em 2002.  Chocolates, bombons, tarteletes e trufas são algumas das especialidades. Uma gama de doces que permite a escolha do cliente em acordo com o estilo da celebração pretendida. Para facilitar a seleção, ofereço sempre uma degustação com cerca de 20 tipos diferentes. Da mesma forma, confecciono produtos personalizados quando o cliente, por exemplo, sugere alguma receita de família ou ligada à culinária de uma cultura específica.

Chocolates da  - Foto: Aszmann

  • E nas recepções de casamento, quais os tipos e quantidades de doces indicados?

Procuro deixar os noivos bem à vontade para escolherem.  Por isso faço questão de trabalhar com hora marcada.  No entanto, procuro orientar o casal a fazer o pedido baseado não apenas no gosto pessoal.  Eles devem pensar, também, na diversidade de paladares dos convidados.  Oferecer opções variadas é sempre o melhor caminho para não errar nunca.  Já a quantidade, indico uma média de cinco doces por pessoa, e algo em torno de dois quilos e meio de chocolates para cada 100 convidados. Mas, claro, esse cálculo muda em função do estilo do evento.

  • Em sua opinião, o que não pode faltar numa mesa de doces e chocolates?

Produtos com bela apresentação visual e bem elaborados.   Hoje, os decoradores e organizadores de eventos montam mesas deslumbrantes, em acordo com a ambientação e perfil da comemoração. São parceiros fundamentais na exposição do meu trabalho.  Mas, para ser bem especifica, uma coisa é certa, não importa a seleção que esteja sobre as bandejas, só não pode faltar o brigadeiro.  Aliás, é um doce que ganhou várias leituras de sabores, formatos e ornamentação, e deve comparecer a qualquer segmento de festa – da infantil a casamentos. Outros doces que fazem muito sucesso entre as noivas são a torre dourada, o brigadeiro de churros, o cup champanhe e o brigadeira belga com gergelim.

Doces da  - Foto: Aszmann

  • Qual o processo criativo para dar forma e sabores aos produtos com a sua assinatura?

Sou pura intuição.  Gosto de experimentar combinações de ingredientes de forma livre, solta. Costumo me orientar pela harmonia das cores e, evidente, a sensação prazerosa que os doces provocam ao paladar. Foi assim, de modo empírico, que lancei o vasinho de vidro com colherzinha de acrílico acoplada, que é hoje um dos meus maiores sucessos.  Com recheios que partem das compotas regionais, como o doce de mamão com coco ou merengue com banana caramelada, até as influências internacionais, como a mousse de frutas vermelhas.  Além de deliciosos, formam uma linda paginação enfileirados nas mesas de doces.

  • Como você mantém esse alto padrão e ritmo produtivo?

Conto com uma infra-estrutura muito bem montada, em termos de espaço físico, equipamentos e matérias-primas- contando com excelentes produtos de origem nacional e importada.  E, claro, um staff compromissado com a qualidade. Uma equipe experiente e bem direcionada, que me auxilia em todos os setores da empresa e etapas de produção, como atendimento, elaboração e entrega.  E, claro, total envolvimento com a expectativa dos meus clientes. Eu adoro minha profissão!

Doces imitando flores - Foto: Aszmann

Essa matéria foi publicada na 18ª edição da Inesquecível Casamento RJ

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