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Conceição Bem Casados: doce casado com tradição

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Responsável por um ícone do casamento, nunca imaginou chegar tão longe. Além de ser reconhecida nacional e internacionalmente, criou, em parceria com a Diletto, um picolé exclusivo. E alça voos cada vez mais altos! Saiba mais!

 - Foto DivulgaçãoSão quase 60 anos fazendo o must have dos casamentos. E de lá para cá, a  só cresceu. O hobby virou negócio e a doceira não só conquistou as paulistas como virou referência, quando o assunto é bem-casado. Hoje a marca ostenta uma loja, no Shopping Cidade Jardim, e o picolé em parceria com a Diletto. A última novidade foi o site da marca, onde a cliente pode conhecer a trajetória da doceira, agora narrada diretamente por ela. Com quase 80 anos, Conceição chegou tão longe que ganhou fama internacional. Além de estarem presentes nos casamentos mundo afora, seus produtos já foram oferecidos no Castelo de Caras, na França.

O dom de fazer doces partiu da mãe, que Conceição adorava observar cozinhar. No início da carreira, tinha uma produção variada até que decidiu se dedicar ao que mais gostava e o mais pedido entre as clientes: o bem-casado, claro. Ela aprendeu a receita com a sogra, fez algumas adaptações e chegou à fórmula exclusiva, guardada a sete chaves. A qualidade do produto, segundo Conceição, se deve ao cuidado com o meticuloso processo de produção. “Na massa, não podem faltar à leveza do pão de ló e a casquinha de açúcar na medida certa”, explica a doceira.

 - Foto Nattan Carvalho

O começo foi difícil – sozinha –, na cozinha da própria casa, virava noites para dar contar das encomendas. Aos poucos, a rotina cansativa deu lugar à profissionalização do negócio com uma verdadeira fábrica de bem-casados. No entanto, novas dificuldades surgiram. Conceição não tinha como gerir uma empresa. Nesse momento, os filhos, Margarida e Fábio Amaral entraram em ação com uma visão mais empreendedora e comercial a fim de deixar a mãe livre para se dedicar ao que mais gosta: botar a mão na massa.

ATENDIMENTO PERSONALIZADO

O produto é tão bom que existe apenas um sabor, o tradicional doce de leite. E as clientes não querem saber de outro. Conceição conta que hoje não participa ativamente dos atendimentos, porque seu lugar preferido é a cozinha. No entanto, ela lembra que o melhor era receber uma noiva, acompanhada da mãe, e perceber que os bem-casados atravessaram gerações numa família. “Sempre me senti privilegiada por trabalhar com algo tão gostoso num momento tão especial”, conta.

 - Foto J.R. Studios por Felipe Rezende

Geralmente em uma reunião, a noiva consegue alinhar tudo com a equipe três meses antes do casamento. No entanto, se for preciso mais de um encontro, os profissionais estão prontos para atendê-la quantas vezes forem necessárias. Conceição recomenda três bem-casados por convidado, porque além de serem consumidos na festa também são levados para casa.

Quanto às embalagens, fica difícil mensurar o número de modelos. Há muitas opções de fitas, papéis e acessórios, o que torna as combinações quase infinitas. As mais pedidas são as clássicas, como as que levam uma camélia em cima ou são amarradas com laço Chanel. Qual será a sua?

DICA DA CONCEIÇÃO

“Não escolha a embalagem baseada em modismos nem copie a de ninguém. Ela deve seguir suas preferências, sempre olhando para o bem-casado como parte da decoração da festa”

  - Foto Georgeana Godinho

Já escolheu o sabor do seu ?


CRÉDITOS

1. Rafael Vaz | 2. Divulgação | 3. Nattan Carvalho | 4. J.R Studios por Felipe Rezende | 5. Georgeana Godinho

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Carioca que, depois de começar a escrever sobre amor, conheceu um mineiro especial e agora sonha mais do que nunca com o grande dia. Divertida, decidida – às vezes nem tanto – quer levar a você o melhor do mundo wedding para que um dia, assim como ela, possa subir ao altar do jeitinho que imaginou.