Comando perfeito por Raquel Abdu

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Quando falamos em casamento na praia, falamos também de Raquel Abdu. A cerimonialista especialista em destination wedding e superparceria da Inesquecível tem seu nome marcado por seu profissionalismo extraordinário. Ela é daquelas que fazem acontecer!

Raquel Abdu sempre amou lidar com pessoas e trabalhou muitos anos em escola como psicopedagoga, mas, além disso, ela tinha um talento que era impossível passar despercebido: o de organizar festas. Com esse dom exalando dela, foi convidada por uma amiga para trabalhar em sua empresa de cerimonial na cidade de Petrópolis. As duas trabalharam juntas em muitos eventos deslumbrantes e Raquel, após deixar sua profissão de formação, começou a se especializar no universo casamenteiro. Não muito tempo depois, a cerimonialista casou e se mudou para a Região dos Lagos, onde seguiu carreira solo e abriu a sua própria empresa com o seu atual marido e sócio. Casamentos maravilhosos fazem parte do seu DNA, e é claro que a presença dela na #livedonied para uma hora de conteúdos incríveis já era mais que confirmada, né?

Durante a conversa, Raquel comentou sobre sua trajetória profissional, contou  sobre a sua relação superespecial com a Inesquecível Casamento e a importância da empresa na sua carreira,  falou sobre sobre a responsabilidade de jamais deixar seus casais correrem quaisquer tipos de riscos e ainda muitos outros detalhes sobre tudo o que é feito no processo para que o seu dia do sim saia do jeitinho que você sempre sonhou. Vamos conferir?

O que você tem a dizer sobre a importância do celebrante em um casamento na praia?

RA: Quem escolhe casar na praia quer uma coisa mais despojada, tem uma outra energia, quer festas mais longas…mas a cerimônia é o ápice, é o que marca aquele casamento. Sobre o celebrante, é uma escolha extremamente importante e precisa ser muito conversada com o casal. Muitos querem de fato ter alguém que faça com o viés mais religioso, e aí a gente precisa cuidar disso. O casamento para a igreja católica apostólica romana, ele se consolida e acontece dentro a igreja. Eu tenho diversos casais que não abrem mão de ter uma benção por um padre, então existe essa possibilidade desde que primeiro o casal case na igreja, e ai a gente consegue que o padre vá pra dar uma benção. Isso aí é um pouquinho mais difícil. Não é impossível, eu faço inúmeros. Então se alguma noiva quiser, pode me procurar, eu resolvo. Mas os celebrantes em geral, eles fazem um trabalho muito belo, muito incrível, porque eles conseguem pedir para que se reze um “pai nosso” se for da vontade do casal. É uma oração universal. Então os celebrantes tem esse papel de muita importância, que é traçar o perfil desse casal, e fazer uma cerimônia que emocione não só os dois, mas todo o público que está ali assistindo. Eles têm esse cuidado de emocionar a todos. Temos hoje celebrantes maravilhosos no mercado, cada um fazendo de uma forma. Então a gente consegue atender todo tipo de cerimônia e de casal.

Em casamentos na praia existem cerimônias diferentes que as pessoas criaram, como por exemplo, cerimônia da areia, cerimônia das velas… Explica um pouquinho sobre essas cerimônias?

RA: Eu acho que cada vez mais as pessoas vão buscando inovar dentro de situações comuns. A cerimônia precisa acontecer, então o que fazer alí de diferente para envolver ainda mais esse público? A cerimônia das areias é muito legal, muito bonita, muito significativa… Principalmente na praia, onde de repente padrinhos colocam uma areia colorida dentro de um vidro e, no momento em que eles colocam essas areias, vão resumindo em uma palavra algo que queira desejar para o casal. No final o celebrante também faz a colocação da sua areia e o casal coloca geralmente a areia da praia em que eles vão casar. Então depois eles levam aquilo para casa como algo extremamente simbólico e significativo. Eu acho que é mais um instrumento pra fazer diferente. É uma recordação! E tem muito outros, como por exemplo, caixinhas que se colocam recados e só abrem depois de cinco anos, caixinhas que colocam para abrir na primeira briga do casal… Tem mil e uma histórias aí.

O que você procura fazer de diferente no pré-wedding que geralmente são feitos em destination weddings?

RA: Geralmente os casais gostam muito de preparar a chegada do grupo de convidados deixando um welcome gift no hotel, então geralmente acontece mais no hotel que é o casamento. Existem mil e uma opções. Eu acho que a gente procura sempre estar atento a que profissionais envolver nesse momento. Hoje temos bastante coisas em Búzios que oferecem muita segurança, por exemplo, um passeio de barco. É incrível fazer um welcome drink num passeio de barco, ao pôr sol do sol, com saxofonista… A gente já fez várias vezes. O meu cuidado e o meu senão é o tempo de duração. Cuidar para não queimar a largada. Então se vai ter alguma coisa na sexta, cuide para que seja cedo, porque o grande dia vai ser o dia seguinte. É muito normal as pessoas chegarem com muita sede ao pote e pensar “agora eu vou relaxar”. Só que aí ”relaxa” demais na sexta, e no sábado acaba tendo que ficar só na água mineral.

Sobre a música, como funciona a escolha dos fornecedores e do Dj?

RA: Tudo na festa é muito importante, mas Dj é a alma da festa e eu acho que é uma das principais escolhas. Eu sempre peço muito cuidado nessa escolha e indico Dj’s com muita segurança, porque eu acho que precisa ser um profissional extremamente preparado para trabalhar numa festa na praia. Os casamentos na praia são casamentos mais longos e que exigem muito do Dj no quesito preparo, entrega… Nem sempre tem banda, e geralmente são oito, nove, dez horas de festa, então a gente precisa ter um grupo muito bem preparado para isso. Sobre a questão de banda, o que eu sempre aconselho quando tem é: vamos entender o que é preciso e buscar uma única empresa que atenda todo o rider, tanto o da banda, quanto o do Dj. Eu acho que isso facilita não só a segurança e a contratação, como também para a própria equipe, que não precisa ter um técnico de som pro Dj, um técnico de som “dali”, um técnico de som “daqui”. Então a gente sempre aconselha isso. Caso aconteça de contratar a banda nos 45 do segundo tempo, eu faço muito esse alinhamento entre eles. Quanto mais integrada e alinhada a equipe de rádio e a equipe técnica estiver com banda e Dj, maior o sucesso do evento.

Sobre o bufê de casamento na praia, você se preocupa em conversar com a noiva sobre o fornecedor e o cardápio?

RA: Sim. Eu me preocupo com dois pontos. A questão do menu sem dúvida alguma eu acho que é muito importante a gente conversar. O bufê precisa estar bem alinhado nesse sentido de entender que o casamento é na praia. Ele é bem mais cedo, as pessoas não almoçam. A primeira uma hora de festa, que é comum já ser mais tumultuada, na praia é o dobro, então precisa ter um cuidado relevante. A outra preocupação é o preparo técnico dos bufês que vêm de fora, de outra cidade para fazer o casamento. É necessário fazer com que o bufê faça uma visita técnica. Ele realmente precisa levar muito mais do que um bufê local, porque ele não vai ter o que buscar na madrugada caso precise. Então são cuidados muito importantes e que a gente pontua nas reuniões de visita técnica.

Com noivos de branco e nude, as madrinhas podem estar de nude e rosa claro?

RA: Tem se usado muito esse rosé como um tom para as madrinhas. Eu acho que aos poucos isso vai girando, as ideias, as modas… Eu acho que é importante você entender o que é bacana para o seu grupo de madrinhas. Eu, Raquel, se uma noiva me pede para usar um nude, eu vou ficar arrasada, porque eu acho que não combina com o meu tom de pele. Então eu sempre converso muito isso com as noivas e falo: chama o teu grupo de madrinhas, ou então se você já o conhece muito bem, pensa numa cor que todas vão ficar felizes. Uma boa saída nesse momento é a paleta de cor. Se vai escolher o rosa, escolha os tons pastéis, mas não tem problema se uma estiver um pouquinho mais escura que a outra, que aí faz aquela nuance de cor que também é muito bonito. O que não dá é ter uma madrinha infeliz por conta dor cor, né?

O casamento em Búzios geralmente é pé na areia. Até tem lugares como em uma pousada que não, mas você vê a areia e o mar. As mulheres perguntam muito o que usar de sapato. A dúvida acho que está muito no convidado. Que tipo de vestimenta e calçado devem usar?

RA: O calçado é campeão das perguntas, principalmente no rsvp. A gente sempre indica os saltos mais largos, porque a maioria das vezes é deque, gramado… Então ao invés de usar aquele salto agulha, use aquele salto mais quadradinho e até mesmo rasteirinha, dependendo do vestido. Agora a questão é a informação ficar bem clara no site. A gente sempre indica que os casais façam um site, porque o convidado precisa muito entender tudo o que vai acontecer,  se não ele gera mil perguntas para a noiva, que vai ficando maluca. Sobre o traje, as mulheres usam muito midi. As madrinhas geralmente vão de longo. Mas o importante é você estar confortável, ver que é um casamento despojado, mas elegante e chique. Você não precisa estar tomada de brilho da cabeça aos pés, e não é menos elegante porque é na praia. (…) As noivas ficam preocupadas. Algumas falam “ah, eu estou com medo de alguém chegar lá de bermuda jeans e chinelo porque é na beira da praia”. Algumas ficam tão preocupadas que a gente indica colocar no site umas fotos e ir fazendo aquele X de proibido. O site é realmente imprescindível.

O buquê tem que combinar com a paleta de cores da festa?

RA: Eu sempre falo que a cerimônia é um capítulo a parte, então às vezes as pessoas falam assim: “Ai Raquel, eu acho que eu vou fazer a cerimônia na mesma cor das flores que vão estar na festa”, ou então “Eu posso fazer a cerimônia toda numa cor só?” Então eu acho que não tem regra. Se você quiser pensar uma cor e trabalhar nessa cerimônia, é lindo. Se quiser fazer a cerimônia branca, é linda. E o buquê vai combinar da mesma forma. É claro que existe uma harmonização de todo um contexto. Não adianta ter uma noiva baixinha e ela colocar um buquê enorme. Ela vai sumi! A gente tem que harmonizar uma série de coisas. Quem adora dar uma dica no buquê, além dos estilistas, são os que fazem produção. Eles gostam muito de fazer essa harmonização de cabelo, produção, vestido e buquê. Isso é muito legal!

Sobre o convite: a gente sabe que é importantíssimo mandar o save the date antes, normalmente eletrônico, via whatsapp ou email. Mas o convite físico, de papel, bem feito, são coisas que já demonstram como essa festa vai ser. Como é essa logística de envio de convite?

RA: Para o convite físico, existem mil e uma maneiras, que é o correio para quem mora mais distante. Para noivas do Rio que vão casar em Búzios, por exemplo, que tem convidados de fora e convidados do Rio, acho que deve-se colocar os convites no correio com antecedência para que as pessoas que moram fora consigam se programar, e entregá-los pessoalmente para os convidados da cidade. Eu acho superbacana! Eu falo para as noivas se organizarem com a família e entregar pessoalmente. Acho que demonstra um carinho. (…) Tem empresas especializadas nessa entrega que dão suporte para quem não tem esse tempo de fazer a entrega dos convites. Tem também a mamãe entrega, sabe? As mães ajudam muito. Noivas, acionem as mães! Família também ajuda muito na entrega.

Já que você falou de mãe… A gente sabe que as mães são muito participativas no casamento, nas escolhas das coisas. A mãe normalmente vai nas reuniões também. Como você equilibra a vontade da mãe com a vontade da noiva?

RA: É muito bom, mas ao mesmo tempo às vezes sai cada arranca rabo que eu fico em uma saia justa louca. A gente vai equilibrando, né, porque eu acho que o sonho é um pouquinho da mãe também. A maioria dos casais hoje meio que que absorvem o custo do casamento, então eles têm muito o poder da decisão. Mas tem aí o seu grupo também que coloca muito a participação e envolve muito as mães. Eu acho isso incrível, eu acho lindo, eu acho bacana, eu acho carinhoso. Sou fã dessa participação e peço o telefone às vezes das mães. Quando eu não as conheço, faço questão de uma reunião ou outra poder conhecer. Mas elas precisam entender que é o sonho da noiva, e o casar na praia nem sempre é o sonho da mãe. Às vezes a mãe quer aquela coisa mais tradicional. (…) Eu acho que tudo é a maneira com que a gente contorna a situação, mostra profissionalismo, mostra fatos, fotos, imagens, vídeos… E depois é o mais legal, porque as mães falam assim: “Nunca pensei em viver um fim de semana tão inesquecível, tão bacana”.

E os bolos? Também seguem uma linha praiana ou vão mais pela linha da decoração? A questão do layout do bolo, você deixa entre a pessoa do bolo e o decorador ou você também participa desse momento?

RA: Eu acho que a gente tem que estar opinando com todo o grupo. Eu acho que o decorador é importante, a pessoa que faz o bolo é importante sugerir, já que ele é um especialista, a gente é importante comentar e ver como está todo esse contexto… Eu adoro participar de todos os assuntos, de todos os segmentos do casamento. Eu sou uma cerimonialista extremamente participativa nesse sentido. Eu gosto disso. É como eu falei: eu caso todo sábado! Como é que eu não vou estar sabendo das coisas? Nessa questão do bolo, eu acho importante ele falar com a decoração. Imagina a gente tem um casamento todo rústico, com uma pegada mais madeira, muita coisa diferente e um bolo mega clássico? Ele não vai falar com aquele ambiente, sabe?  Acho extremamente importante que isso seja harmonizado. Então, boleiro, decorador, casal e Raquel: falamos juntos sobre o assunto.

Bufê japonês é algo legal de ser oferecido em um casamento na praia? Comenta um pouco sobre isso.

RA: Super! Acho que tudo o que a gente pode oferecer de diferente enriquece muito a festa. Já fiz casamentos onde a gente tinha mesa de antepastos, mesa japonesa, estação do jantar, tudo funcionando maravilhosamente bem. Um recado para as noivas: escolha um time! O casamento é um time, ninguém é sozinho. Se a festa foi maravilhosa, não é porque tinha a Raquel Abdu, e sim porque a Raquel Abdu orquestrou um time maravilhoso.

E sobre os mimos para os padrinhos e madrinhas? O que você sugere?

RA: Eu acho duas coisas: é muito legal acontecer. Eu acho que o presente precisa ser útil. Se ele for entregue antes do final de semana, você pode fazer o que quiser, como uma caixa enorme com 500 mil itens. Agora, se for para entregar no final de semana, pensem que vai ter que caber na mala para ir embora. Às vezes a gente vê caixas enormes onde a pessoa pega o presente e deixa a caixa no hotel porque não cabe na mala, não tem como carregar. Então cuidem dos mimos para que sejam úteis e em um tamanho que dê para carregar na mala.

Sobre a questão de convidados que tem passeios a serem feitos na cidade, você também se envolve esse sentido, colocando vans disponíveis, etc?

RA: Para os nossos casais a gente sempre diz “O cerimonial está com vocês em todo e qualquer assunto do casamento”. Da sexta ao domingo a gente vai ajudar em tudo. Nem sempre eu preciso estar no café da manhã, por que ele não tem protocolo para ter um cerimonial, mas a gente ajuda a organizar tudo. O transfer que busca no aeroporto e traz para Búzios, a gente está junto. Temos empresas maravilhosas para indicar. Se querem fazer um passeio de barco em Arraial do Cabo, organizamos as vans que buscam em Búzios e levam para Arraial do Cabo. A gente se envolve em tudo! Eu preciso que eles tenham uma experiência perfeita. A nossa ideia é que seja uma experiência inesquecível.

A fotografia e o vídeo nesse momento são algumas das coisas mais importantes. É o que eterniza aquele momento inesquecível. Para você, a escolha desse fornecedor é complicado?

RA: Eu não acho complicado não. A gente tem profissionais maravilhosos! Se eu pudesse, eu colocava 10 em cada casamento. Eu acho que precisa ser a cara do casal. O fotógrafo fica com os noivos 24 horas. Eles precisam ter sintonia. Então eu digo que a escolha do fotógrafo tem que ser pessoalmente, olho no olho, e tem que conversar. Você vai acordar com aquela pessoa no seu quarto e vai terminar a festa com aquela pessoa fazendo uma foto sua. Tem casais que gostam de fotos mais posadas, casais que gostam de fotos mais espontâneas… E a gente tem um grupo de profissionais maravilhosos, cada um buscando sua personalidade, expondo isso através da fotografia. Acho que precisamos buscar o que vai atender aquele casal. Como eu já disse antes, um dos papéis mais importantes de um bom assessor é conseguir traçar o perfil do seu casal para fazer as indicações mais assertivas. Quanto mais pertinho você fica deles, mais você os conhece e melhor é essa relação.

Sobre o estilo de vestido da noiva, o que você aconselha?

RA: Acho que não combina muito e não é tão comum aquele vestido mega bolo de noiva, porque ela não vai ter a flexibilidade para casar num gramado, para dançar a noite inteira… Então acredito que praia combina com os vestidos que têm uma pegada um pouco mais fluida, mais leve, e não menos elegantes – temos vestidos bordados lindos, tem noivas que fazem uma saia por cima do vestido com uma calda maravilhosa para a cerimônia e depois tiram e ficam mais a vontade. Tudo é uma questão de sonho! Não dá para abrir mão do sonho.

E o plano B, tem que ter?

RA: Sempre! O plano B tem que ser melhor desenhado do que o plano A. Eu tenho A, B, C, D. Na greve dos caminhoneiros eu tive até o E. É muito importante o decorador também estar com o plano B desenhado. Ele precisa saber, a noiva precisa saber. É muito ruim você não saber o que vai ficar em cada lugar em caso de chuva. Eu sou superchata com isso e acho que tudo tem que estar muito esclarecido. A gente vai ter surpresa do mesmo jeito, porque é muito diferente você ver no papel e você ver ao vivo. Então, noivas, cobrem de seus decoradores: “Como vai ser o plano B? Como vai ser em caso de chuva? Aonde vai ser a cerimônia?” Eu sempre digo para montar uma planilha de custos, mas deixa lá um “qual o custo de um toldo para cerimônia?” caso você não queira optar por ter um plano B na área da festa (…). Agora é fato que um plano B desenhado é muito importante.

E sobre a questão da chuva, de toldos?

RA: A parte da cobertura é essencial. A gente sempre busca deixar a cerimônia ao ar livre e contrata a estrutura de toldos para a festa, porque independente de chover ou não, a gente tem as decorações aéreas, a iluminação… Então a estrutura de toldo é bem importante.

A questão de gerador e o pós-festa, você tem que organizar isso? O cliente fica sabendo? Você conversa antes?

RA: Gerador: eu não saio de casa se eu não tiver um gerador para fazer esse casamento. Não tem a menor possibilidade de fazer sem gerador. E eu não faço com um só. Eu trabalho com dois geradores: um ativo e um stand by. Não entra na minha cabeça alguém não querer ter esse gasto. Noivas, pensem comigo, olha o tanto que vocês estão investindo num dia de sonho. Por causa de um valor muito menor, vocês vão colocar tudo em risco? De jeito nenhum! Gerador ativo e gerador stand by é muito importante (…).

Lixo: na visita técnica com cada hotel, decorador, etc, é alinhado para onde vai ser direcionado o lixo da festa. Vai alugar caçamba extra ou não? O hotel já tem um lugar onde esse lixo possa ser direcionado? Ai cada fornecedor vai lá e descarrega seu lixo, mas tudo tem que ser conversado. Não adianta querer colocar o lixo todo na frente da pousada, vai dar problema e vai precisar ser revisto.

 

Quem aí já está com vontade de casar na praia só pra ter a Raquel como cerimonialista? Ela é incrível, né?  Confira a live na íntegra para não perder nenhum detalhe e já anota todas as informações importantes para que o seu grande dia seja único e inesquecível!

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Pisciana intensa e amante de histórias de romance, acredita no amor puro e verdadeiro e sonha em casar na praia com o pôr do sol iluminando o grande dia. Aventureira e fascinada por tudo relacionado a viagens, deseja uma lua de mel fazendo um mochilão pelo mundo.