Dicas de buffet com Monique Abrantes

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Texto: Júlia Cerqueira

Sócia da D.A. Gastronomia, ela deu uma aula sobre o mercado de gastronomia para eventos.

Jornalista, Monique Abrantes mergulhou na área dos eventos com sua mãe, Dóris Abrantes – que dá nome à empresa -, em 2007 para levar o empreendimento familiar à frente e hoje já figuram há 19 anos no mercado entregando serviço com excelência.

E aproveitando esse momento de interação pelas redes sociais que o mundo vive, o Fabiano Niederauer, fundador da Inesquecível Casamento, bateu um papo muito especial com a Monique. Nessa live, o mercado e as inovações do setor foram analisados por uma ótica de quem se renova a cada dia buscando a entrega de um serviço mais que diferenciado: especial.

Confira um pouco dessa aula!

Inesquecível Casamento: A Gastronomia é um dos pilares de uma festa, um buffet tem uma responsabilidade muito grande. Se você vai numa festa e sente que a comida não estava legal, você volta pra casa não gostando tanto da festa. E qual o diferencial que uma empresa de gastronomia tem que ter?

M: A gente costuma falar que o Buffet, a música e a bebida são como se fossem a alma da festa. São o que os convidados vão levar de experiência. (…) Então, é importante a gente manter o serviço e a atenção, os garçons servindo, essa variedade a festa toda, para não ficar a mesmice. (…) Se você tiver uma comida “uau”, mas ficar repetindo a festa inteira, chega uma hora que a pessoa perde o interesse e não quer ficar na festa. A comida mantém as pessoas felizes. O cardápio bem variado é pensado para manter essa interação das pessoas se divertirem e se alimentando. A questão das restrições alimentares é importante a gente pensar na hora de montar um cardápio para montar todos os gostos. A empresa começou com esse propósito mesmo, esse diferencial de variedades.

IC: Um outro momento muito legal é de interação com a noiva, são quantos encontros para a degustação do cardápio?

M: A degustação a gente faz presencial, mas nesse momento a gente está fazendo outra dinâmica. Mas esse é o ponto de contato que a gente tem. Porque não é como uma decoração, a gente não precisa de contato com a noiva o tempo todo. Esse vai ser o momento de trocar informações e conhecer o sonho deles para entender da melhor maneira possível.

IC: Explique um pouco da ordem cronológica do serviço no dia do evento!

M: A gente começa a festa com o coquetel e fica sendo serviço durante todo o tempo. Fica dando mobilidade para as pessoas sem elas terem que parar pra comer. Umas duas horas depois do coquetel, a gente começa a servir as mini porções ou o jantar, na mesa de Buffet e elas se servem. Tem uma tendência muito forte agora sobre as mesas de antepastos e ilhas gastronômicas que as pessoas já chegam com toda aquela variedade para as pessoas se servirem.


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IC: Vocês sempre lançam coisa na IC Week. Eu não tenho como não elogiar a ação de marketing e empreendedorismo da família de vocês. Sempre estão criando coisas novas, não só prato novo, mas, serviços novos, formas de apresentar diferentes. Ano passado, lançaram aquela máquina que automatizou o lanchinho da madrugada.

M: Tem gente que falou que é o lanchinho dos garçons. Dentro dessa experiência da festa, a gente percebe quais são as necessidades e o que as pessoas curtem. E essa coisa do lanchinho da madrugada que as pessoas menosprezavam, deixavam pra lá, que achavam que era uma coisa a mais, mas a hora que as pessoas estão na pista, é a hora que as pessoas comem e é a hora que bate a fome. Por que a gente vai menosprezar o momento que as pessoas vão valorizar? A gente quis criar uma experiência além de servir uma coisa simples. (…) É uma experiência além de servir uma coisa simples, porque não tem nada a agregar, falando de gastronomia, falando de servir hambúrguer, batata frita e cachorro quente, mas a gente agregou experiência a coisas simples. Facilitar o acesso a esse lanchinho, porque não precisa esperar para o garçom. Tem gente que pega pra levar pra casa, come no carro, é uma outra alternativa. (…) Servir comida boa não é diferencial, primeiro critério de ser um bom serviço é a qualidade e a variedade, a gente busca se diferenciar nas experiências!

IC: Pra você conseguir ter a excelência no seu serviço, a lista de convidados é fundamental estar batendo com a quantidade de pessoas que vão na festa, premissa básica, não adianta dizer que vão 100 pessoas e vão 300. Como você lida com isso?

M: Essa questão está um pouco diferente, já teve uma época que as pessoas mascaravam mais o número de convidados. Esse Buffet é muito farto, não contratam para 300 convidados, contratam para 250. Eu acho que o mercado foi se posicionando e os cerimoniais foram atuando muito firme nessa confirmação de presença. Foi uma conscientização macro. Além de pro Buffet ser muito ruim, para o convidado também é uma experiência ruim e os noivos não querem proporcionar experiencias ruins. Eles se conscientizaram que é importante fazer o fechamento do contrato mais próximo do número de convidados possível do real, então essa questão tem acontecido muito menos.

IC: O serviço tem muito a ver com o garçom que vai atender. Quantas pessoas o garçom atende numa festa? Quantas mesas?

M: Essa é uma dúvida que todo mundo tem, já tem até uma continha pronta. Um garçom para dez pessoas, uma média. Como hoje em dia as decorações não favorecem muito os mapas só com mesas, tem os lounges, os pufes, tudo descentralizado. A gente os organiza por setores. Num salão que tenha parte interna e a varanda, a gente divide a equipe para a parte interna e para a varanda. Dividindo do final para o meio e do começo para o meio. É importante pensar nessa logística pra que em todas as pontas da festa as pessoas possam se servir com a mesma qualidade.

IC: Qual tipo de serviço que é desafiador pra DA?

M: Eu gosto muito desses eventos de casamento que tem pessoas de fora. Porque eu gosto dessa experiência de interação com outras culturas, saber como as pessoas se comportam na festa, ter a preocupação que as pessoas falam inglês e traduzindo, servindo as coisas com um pouco mais de entendimento que eles vão compreender aquela comida. Servir farofa para as pessoas que moram fora é estranho, a gente explicar a nossa comida para eles, para entenderem e gostarem.

Gente, que aula foi essa com a Monique? Tudo! E se você quiser assistir o conteúdo na íntegra, clique aqui embaixo!

 

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Monique Abrantes da dicas sobre BUFFET na sua festa! #buffetdecasamento #inesquecivelcasamento #livedonied #ic18anos #fornecedorinesquecivel

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