The Fashion Bride: qual tecido escolho para meu vestido de noiva?

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A partir de hoje, a estilista Mariana Kuenerz e a consultora de imagem Juliana Burlamaqui participam de uma série de matérias com pautas girando em torno da beleza da noiva. Além de alimentar nossas plataformas com informações dinâmicas, a  ideia é mostrar o know how da dupla que ministra na IC Week Rio, durante o dia 16 de agosto, o workshop The Fashion Bride, uma consultoria de imagem e estilo para as noivas e suas mães.

Para início de conversa vamos falar dos tecidos, já que ele define como o vestido vai se comportar. É claro que a noiva não precisa ser expert no assunto, mas quanto mais ela entende, melhor o resultado final. Isso porque, caso a escolha não seja correta, um modelo lindo confeccionado com tecidos inadequados pode se transformar no caos.  A  aposta certeira para vestidos leves e fluidos é a mousseline, o crepe de chine ou o tule. Já para os vestidos mais estruturados e encorpados, ela sugerem a zibeline, o tafetá e o shantung.

“É muito importante pensar em como o vestido vai se movimentar durante a festa. Quando as noivas experimentam os vestidos, geralmente elas estão paradas em frente ao espelho. Na festa elas vão estar se movimentando o tempo todo. É importante pensar nisso! E o tecido é a peça responsável pelo movimento do vestido”, explica Mariana.

PARA ACERTAR NA ESCOLHA DO TECIDO DO VESTIDO DE NOIVA:

  • Noivas acima do peso devem fugir de tecidos muito estruturados, pois eles sempre aumentam a silhueta. O cetim de seda leve, por exemplo, super deve ser evitado, já que marca muito
  • Casamentos realizados durante o dia no campo ou na praia pedem tecido mais leves. Se for casar em Búzios, por exemplo, pense no vento de lá no final da tarde e em como seria bonito um vestido com tecido leve para um efeito bem esvoaçante na cerimônia. Esses detalhes precisam ser considerados!
  • Em casamento de dia, descarte muito brilho, evite tecidos como cetim e bordados com pedras brilhosas

Vestido de noiva em musseline de seda com renda chantilly

SOBRE AS RENDAS PARA VESTIDOS DE NOIVA…

As rendas sempre foram as queridinha das noivas e estão super em alta. Existe uma variedade infinita de rendas e sua escolha depende do tipo de tecido e do modelo proposto. As rendas francesas, por exemplo, são as melhores rendas do mundo e também as mais caras. Para quem não quer gastar muito, nem tudo está perdido! Atualmente existem rendas substitutas as francesas que também dão um efeito bem bonito. Mas alto lá! Muito cuidado com a escolha da renda substituta, porque existem algumas próximas as francesas e outras que não têm bom caimento. Então deixe essa parte com sua estilista que entende bem do assunto, ok?

“Amo as rendas chantilly, elas têm um bom caimento e são super delicadas. De repente a noiva pode usar a renda francesa no busto e nas mangas que é onde fica mais visível e aplicar uma renda inferior na saia, por exemplo. Tudo depende do orçamento da noiva! O importante e escolher rendas de qualidade e que tenham um bom toque e caimento, mesmo que não sejam francesas originais”, admite Mariana.

RAPIDINHAS!

  1. Em qual momento da produção do vestido entra a escolha do tecido? O tecido tem que  ser escolhido no mesmo momento da escolha do modelo do vestido. Pois um mesmo modelo pode ficar totalmente diferente dependendo do tecido utilizado.
  2. A noiva participa da escolha do tecido? Sim! Mas a estilista é quem indica qual tecido é melhor para conseguir o efeito esperado no modelo definido.
  3. Quantos tipos de tecido são usados, em média, em um vestido? Em geral são usados pelo menos 3 tipos de tecidos: o forro, o tecido principal e o tule para anágua. Além disso, usamos muita renda nos vestidos de noiva.
  4. É possível produzir um vestido apenas com um tecido? Isso deixa o modelo mais barato ou é relativo? É possível sim, dependendo do tecido. Tenho um modelo da minha coleção prêt-à-porter, por exemplo, que é todo feito em crepe de seda, usei-o como forro e tecido principal. Quanto ao custo é relativo, porque usar o mesmo tecido no vestido inteiro não significa que vai ficar mais barato, isso depende do valor do tecido utilizado.
  5. É interessante mesclar tecidos? Por que? Sim! Atualmente usamos muitos tecidos no mesmo vestido e o efeito pode ser bem bacana, porque cada tecido tem um proposta diferente. Mas é importante tomar cuidado para não deixar o visual poluído. Se os tecidos não forem bem usados, o resultado pode ser desastroso. Na dúvida, o menos é mais!
  6. O forro é sempre feito com o mesmo tecido ou pode variar? E qual a necessidade do forro? Ele pode ser do mesmo tecido ou não. A função do forro é tirar a transparência do tecido principal e fazer o acabamento do vestido.

Inscreva-se!

O workshop The Fashion Bride vai rolar no domingo, dia 16 de agosto, das 11h às 14h, em um dos salões do Hotel Royal Tulip, onde também estará sendo realizado durante à tarde a 14ª IC Week Rio – o melhor e mais completo evento para noivas do Brasil. As vagas do encontro com Mariana e Juliana são limitadas, faça sua inscrição e garanta seu passaporte!

Fashion Bride

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Jornalista mineira, dona de uma coleção de sonhos e apaixonada pelo o que é leve. Nunca subiu ao altar, mas nutre a certeza de chegar lá com seu amor da vida. Adora combinar palavras para contar histórias e assume ter uma queda por casamentos ao ar livre.