O DJ obrigatoriamente deve levar seu equipamento de som para a festa?

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Em sua última coluna, o dj de casamentos Andre Werneck falou um pouco sobre equipamentos de som. O tema se mostrou polêmico e hoje trazemos uma outra visão sobre ele. Com a palavra Marcelo Martins, da M2 Eventos:

“O DJ deve necessariamente levar o seu próprio equipamento de som para a festa? A resposta todos já sabem! Claro que não. DJ profissional passa o seu rider – isto é, suas exigências técnicas – para o contratante. Aliás, o DJ não; na verdade, sua agência cuida disso.

O artista profissional tem um escritório para ver toda essa parte burocrática de orçamentos e contratos. DJ profissional também tem um rodie, seu técnico pessoal que vai até o local fazer a passagem de som prévia e verificar se está tudo ok, conforme o rider solicitado pelo artista.

Ou vocês acham, por exemplo, que o DJ Alok ou o Vintage Culture – atuais expoentes nacionais – levam o seu próprio equipamento? Claro que não! A única coisa com que o DJ deve se preocupar é com o seu headphone, notebook ou pendrives porque do resto sua própria equipe deverá cuidar.

Esses, sim, são equipamentos pessoais. Afinal, o artista pode viajar e se apresentar a nível nacional ou internacional, certo? E como levar equipamentos de som nessa ocasião?

As maiores casas de festas e shows do Rio de Janeiro têm contratos com empresas de sonorização justamente para não correr riscos com aventureiros. Podemos citar diversas casas, como Barra Music, Vivo Rio, Ribalta, entre outras.

As casas oferecem um pacote fixo de sonorização. Caso esse pacote não atenda ao rider da banda ou do DJ, a empresa de som deverá atender à exigência dos equipamentos do artista contratado, repassando ao cliente final ou ao local apenas o custo desse upgrade.

CONFLITO DE OPINIÕES

Recentemente saiu uma matéria aqui na IC no qual o colunista e dj André Werneck expressava repúdio às casas de festas que têm contrato de exclusividade com empresas parceiras, dizendo que isso é um crime e  dando o nome de venda casada.

A absoluta maioria das casas de festas tem esse tipo de contrato com diversos fornecedores. Grande parte dos locais de eventos no Rio de Janeiro, por exemplo, tem contratos com empresas de buffet ou contam com serviços próprios. Exemplos: Copacabana Palace, MAM, Caiçaras…

E venda casada, para mim, é o DJ só se vender com o seu próprio equipamento. Afinal, cachê artístico é uma coisa e orçamento para equipamentos é outra completamente diferente. Devem vir desmembrados no orçamento. Isso sim é ter uma postura profissional!”

E aí, qual a sua opinião sobre os equipamentos do dj de casamento? Conte para a gente nos comentários!

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