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O papel de uma chapelaria no casamento

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Explicações e dicas de como usar a chapelaria no casamento + as vantagens de incluir o serviço no seu orçamento. Veja tudo!

Ele pode até não ser um dos primeiros itens da lista, mas pergunte ao seu cerimonialista e com toda certeza ele dirá: é essencial sim ter uma chapelaria no casamento. Diferentemente da imagem que vem à mente da maioria das pessoas quando falamos sobre ele – algo muito antigo, do tempo dos avós e bisavós, quase beirando  o vintage –, nos dias atuais, ter esse serviço no grande dia é sinônimo de conforto, comodidade e segurança aos convidados. Isso porque o conceito se reinventou e, atualmente, além de abrigar bolsas, sapatos, chapéus (claro!) e casacos, serve tanto como um ponto de apoio para os profissionais, como para auxiliar em emergências, como pedir medicamentos ou costurar uma roupa. “Também é fundamental para quem chega direto de viagem ou vai embora logo em seguida com a mala. Depois que passamos a utilizar a chapelaria, desaparecimentos tornaram-se muito menos frequentes”, aponta Roberto Cohen. Em outro viés, ela pode ainda ser o local ideal para a distribuir chinelos (muito comum de uns tempos pra cá), pashminas em lugares frios ou abertos, disponibilizar carregadores de celulares, e também para entregar as famosas fotos divertidas – aquelas impressas através do uso da hashtag do casal em aplicativos de fotos.

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Ao perguntarmos ao cerimonialista quando era necessário incluir o serviço em uma festa, ele foi enfático: sempre! “Mas principalmente quando não há lugares em mesas para todos. Os convidados que circulam pelos lounges devem ter um local seguro para deixar seus pertences”, explica. A contratação pode ser feita diretamente pelos noivos – no caso de Cohen, o serviço já está incluso na montagem – ou por empresas terceirizadas, muitas vezes especializadas no negócio. Quanto ao número ideal de funcionários a serem contratados para cuidar da chapelaria, segundo ele, dois são suficientes para até 500 pessoas.

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FORMAS DE INCLUIR NA DECORAÇÃO

Para Eugenia Guerrera, a localização ideal é na entrada da festa ou perto dos banheiros, sendo um ponto fixo o suficiente para sua disposição no projeto decorativo, independentemente de qual seja seu estilo. Ela também recomenda que o móvel ou o ambiente da chapelaria seja mais sóbrio – não à toa, na maioria das vezes utiliza em suas decorações cores neutras, para que não ganhe tanto destaque. “Eu acho que tem que ser discreta (quanto mais, melhor) e sempre procuro algo que seja mais econômico para o cliente”, finaliza.

OPÇÃO CRIATIVA PARA SE INSPIRAR

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E aí, sanou suas dúvidas sobre o papel da chapelaria no casamento?


CRÉDITOS

1, 15, 16 e 17. Sergio Greif | 2 a 6. Pinterest | 7. Marco Costa | 8. Fabio Lacerda | 9 a 14. Divulgação

 

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Uma sagitariana que tem a alegria como dom. É carioca, jornalista, tem 20 poucos anos e adora ser chamada de Duda. Como uma amante incurável de sorrisos e amores, espera que seu grande dia seja repleto deles. E que, assim como ela, você se torne uma multiplicadora fiel dessa dupla!