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Namoro à distância dá casamento?

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Namoro à distância dá casamento sim! Provamos agora para você

Alguns dizem que a distância não é nada quando alguém é tudo, mas existe sempre alguém para insistir na história de que namoro à distância nunca dá certo. Nesse Dia dos Namorados, nada mais justo do que trazer casais com finais felizes para inspirarem a todos que estão nessa jornada – que pode até ser difícil, mas não é impossível.

Karolina e Lucas venceram os quilômetros e trocaram as alianças. Os dois moravam em Uberlândia (MG), porém, com um ano e meio de relacionamento, ela retornou para sua cidade natal chamada Itumbiara (GO). Foram três anos com 120km de distância. Depois do casamento, ele se mudou para morar na mesma casa do que a amada.

“Sem dúvidas a maior dificuldade é não poder estar juntos em datas importantes, como aniversário de namoro, confraternizações da família e encontros de amigos durante a semana, mas a distância e a saudade fazem com que valorizemos ainda mais os momentos juntos. Cada dia separado era contado a dedo na espera dos finais de semana”, disse Karol à IC.

#FICADICA: “Minha maior dica é se esforçar ao máximo para estar presente um na vida do outro. Perdi a conta de quantas vezes madrugávamos na segunda-feira só para estarmos juntos umas horinhas a mais no domingo”

Paula passou por um tempo mais curto longe de Diego, mas como já moravam juntos, a falta foi enorme. “No meu caso não foi a relação de confiança que para muitas pessoas é bem complicado, mas a saudade, nós já morávamos juntos antes, e acabamos tendo que ficar separados 4 a 5 meses. Nos víamos no final de semana, a cidade era a 150 km consideravelmente perto. Mas a saudade, é algo bem complicado principalmente pra quem já é acostumado com a presença um do outro diariamente, ter que ficar longe de uma hora pra outra é bem difícil.”

Para Paula, a saudade pode ser uma forma até de apimentar a relação: “Quando você não vê a pessoa por algum tempo, quando você a encontra, quer ficar somente perto dela, então cada final de semana ficávamos sempre juntinhos, matando a saudade, encontrando coisas diferentes e novas para fazer juntos, ou as vezes só queríamos curtir quietinhos em casa mesmo.”

#FICADICA: “Superar a saudade é difícil, mas é possível amenizar com ligações e conversas, bilhetinhos na mala…”

A história de Natalia e Gabriel à distância é de um ano. Os dois hoje em dia estão casados, mas ele já esteve em Guaratinguetá (SP) e ela na capital. Para Nat, o pior é não conseguir conversar pessoalmente, principalmente quando precisavam discutir ou estavam passando por alguma dificuldade. Ela agradece por essa fase longe ter passado, pois acredita que não existam pontos positivos… Talvez só o fortalecimento da relação. A recompensa vinha quando se encontravam!

“Curtíamos muito quando estávamos juntos. Naquela época não tinha whats e era mais difícil de se comunicar. Aproveitamos a distância para nos aperfeiçoarmos e estudarmos, já que éramos recém-formados. Também evitávamos desgastes desnecessários já que nosso tempo junto era limitado”, completou.

Larissa subiu ao altar com Gustavo, mas passou por anos e anos de distância. Ele era concursado em Brasília e ela trabalha em Anápolis. Ele, que tinha nascido na mesma cidade que ela, viajava todo fim de semana para vê-la. Depois que se casaram, acha que a distância acabou? Não! Os dois continuam juntos e se vendo aos fins de semana. Ela vai para a casa deles em Brasília em um, e ele em outro. Duas casas, duas cidades, duas pessoas e um amor só. Puro! Único! E que dá certo.

Rebecca e Gustavo ficaram ainda mais longe. Quando começaram a namorar, ela já morava nos Estados Unidos e ele já fazia faculdade em Maringá (PR). Foram quatro anos assim. O poder da comunicação foi desenvolvido entre o casal e os encontros – apenas duas vezes ao ano – valiam a pena por cada segundo de espera. Com ela, a palavra:

“A maior dificuldade é não poder ter momentos de encontros normais… Não poder sair para jantar, ficar juntos com os amigos, etc… Nós só nos víamos duas vezes no ano, o que fazia a gente sentir muita falta desses momentos juntos. Foi muito bom por um lado porque nós conversávamos muito. Isso fez com que melhorássemos a nossa comunicação. E nós nos tornamos melhores amigos por causa disso. Falávamos por horas no telefone e nunca faltava assunto! Como nosso tempo a distância era em torno de 6 meses, depois de um tempo inicial você se acostuma um pouco com a saudade pois senão sofre demais”, completou Rebecca.

#FICADICA: Minha maior dica é fazer o tempo de conversar um com outro prioridade, mas também não deixar de viver… Eu ainda saia para jantar com minhas amigas, fazíamos atividades e tudo, assim como o Gustavo fazia com a família e amigos dele.

Priscila e Márcio ficaram um ano e meio fora da mesma cidade. Ela era estudante na UFPR em Curitiba e ele trabalhava como tabelião em União da Vitória (PR). “No meu caso, a maior dificuldade é não poder estar junto durante a semana.. às vezes eu tinha algum compromisso e ele não podia ir comigo.. isso era chato. Mas no geral era bem tranquilo.”, contou em entrevista para a IC.

Pri ainda relatou o lado positivo dos relacionamentos à distância. Para ela, cada encontro era com tanta saudade, que eles só queriam aproveitar cada segundo e o final de semana voava! Assim, não tinham tempo para brigas.

#FICADICA: “Para amenizar a saudade tem que conversar todo dia. Dar boa noite, bom dia, ligar, perguntar como foi o dia… Não adianta ficar com receio. Eu acho que o importante é demonstrar que a distância não muda nada na intimidade do casal”

Ana Gabriela é uma das noivas da Inesquecível Casamento que mostra que desistir não é uma opção. Ela namorou durante 15 anos com Flávio (e grande parte disso foi à distância). Em 2004, ele resolveu fazer intercâmbio para os EUA e durou 11 meses. Ela morava em Uberlândia (MG). Depois, Flávio se mudou para Brasília para fazer cursinho e logo após foi fazer fazer faculdade na PUC de Belo Horizonte (MG) e Ana passou para medicina na Unesp, interior de São Paulo, e depois fez sua residência em Botucatu (SP). Só em 2010 que eles conseguiram ficar no mesmo estado… E nunca mais se desgrudarem. Foi fácil? Nem tanto! Flávio foi o primeiro namorado de Ana Gabriela, e durante todo esse tempo juntos, alguns términos até chegaram acontecer. Mas quem acredita (mesmo!) no amor, sabe que ele é resiliente.

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Ela é pequena, mas tem o coração enorme. Já tem dono! É apaixonada por contar histórias. Não se imagina fazendo outra coisa, escolheu ser jornalista desde que veio ao mundo.