Pelo mundo todo: casamento entre culturas diferentes

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Elas conheceram seus maridos no exterior e protagonizaram casamentos entre culturas. Veja as dicas de duas noivas inesquecíveis para equilibrar costumes das duas nacionalidades e arrasar no grande dia!

Todo mundo já ouvir falar de uma história de amor que ultrapassou fronteiras, continentes e oceanos para acontecer. Diferentemente de casamentos entre noivos da mesma nacionalidade, as celebrações que unem brasileiros à estrangeiros precisam ter um “quê” multicultural, não é verdade? Se você se enquadra nessa situação, fique tranquila, pois convocamos noivas experts no assunto para compartilharem suas experiências na realização do casamento, adaptando detalhes que fazem toda a diferença. Confira!

“Assim que noivamos o Ryan disse que deveria ser no Brasil porque, segundo ele, o casamento gira muito mais em torno da noiva e que ele queria que fosse como eu sempre quis. Além disso, a minha família é bem maior que a dele e meu grupo de amigos também, então faria mais sentido escolher o lugar em que a maioria pudesse ir. Desde o início eu fiz questão de que a Escócia fosse representada, porque o Ryan é super patriota e eu sou apaixonada por lá. O nosso convite foi rústico e temático, estampando o mapa da Escócia. Para a cerimônia, o noivo e os padrinhos adotaram a vestimenta formal escocesa que é o kilt, aquela saia xadrez. O Ryan também entrou com a mãe dele ao som de uma música típica do país. Além disso, as mesas da recepção foram enumeradas de acordo com nomes de castelos escoceses. Quanto à comida, eu fiz questão que o Ryan estivesse no Brasil durante a degustação para que ele pudesse escolher pratos que agradassem a família dele. Para nós foi muito fácil escolher o repertório musical porque a maioria das músicas internacionais que fazem sucesso lá também fazem aqui. Eles se apaixonaram pelo astral e energia do funk e sertanejo! O DJ tocou mais as músicas internacionais e a banda que contratei tocou um repertório nacional. No final foi muito engraçado ver os escocêses de saia passarem por debaixo da cordinha!” (Francine Verzeletti)

“Decidimos casar no Brasil porque não gosto do formato dos EUA. Lá tem toda uma rotina com cerimônia, brinde, jantar, discursos… Quando começa a festa todo mundo já comeu e depois disso já não tem mais comida. Não conseguiria explicar como funciona uma festa brasileira para um profissional americano. Foi muito mais fácil trazer as pessoas dos EUA para o Brasil do que ao contrário. Nós tivemos 40 convidados de fora e lá apenas conseguiria alguns amigos e minha família, que têm pessoas que não viajam de avião. Já pensava em casar na Casa de Santa Teresa pela vista maravilhosa e queria deixar todos os gringos babando. Mantive o casamento bem brasileiro porque queria que as pessoas tivessem essa experiência. Acrescentei algumas coisas que eles consideravam importantes como o tradicional discurso dos padrinhos e madrinhas. Optei por buffet volante e servi mini-feijoadas para deixar ainda mais brasileiro. Como alguns americanos não conheciam o buffet volante, ficaram esperando o jantar até perceberem que não ia ter. Todos eles ficaram alucinados com os garçons servindo bebidas e com o bar completo, muito menos limitado que o modelo deles”. (Daniele Abrahão)

Veja os casamentos da Fran e da Daniele e saiba da história por completo!

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Canceriana que se apaixona facilmente por pessoas e lugares. Seu sobrenome não poderia descrever melhor o que a motiva. Romântica incurável por um acaso da astrologia, sonha desde criança com seu vestido de princesa, cerimônia no campo e o que o destino lhe reserva.