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Na conta do sucesso de Dorinha Araújo

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Texto Luiza Morena

Uma vida dedicada a realizar sonhos. Conheça a história da cerimonialista e veja quais mudanças ocorreram na organização do casamento

Cerimonialista Dorinha Araújo - Foto Renato MorethUma média de 50 festas por ano. Quase 30 anos de profissão. É, os números podem parecer alarmantes, mas não são nada mais nada menos do que o reflexo do trabalho de excelência da cerimonialista Dorinha Araújo. A extensa carreira é resultado do mérito de ter concretizado sonhos de muitos casais, somado a paixão diária pelo que faz. Não importa a subtração dos imprevistos, a conta de Dorinha sempre tem saldo positivo. À esquerda da vírgula, sorrisos, satisfação e “obrigados” marcam sua trajetória, que acumula experiências e – pode apostar – reserva ainda muitas surpresas para quem está com o pé quase no altar.

QUANDO VOCÊ INICIOU O TRABALHO COMO CERIMONIALISTA ?

Sempre gostei de receber amigos e as portas da minha casa estiveram abertas para diversos eventos, mas o trabalho profissional como cerimonialista começou em maio de 1989. Meu talento foi reconhecido, quando organizei um chá para o aniversário de uma senhora da sociedade niteroiense. Fiquei muito honrada, pois sempre tive como referência grandes nomes, como Helena Brito Cunha, e naquele momento o que era um prazer tornou-se também a minha profissão.

O SEU TRABALHO POSSUI ALGUMA PARTICULARIDADE QUE TENHA SE TORNADO REFERÊNCIA PARA AS NOIVAS AO LONGO DOS ANOS?

Quando os noivos me procuram, eles têm um sonho em mãos, então, sinto-me responsabilizada por ele. Diante disso, tenho como hábito tratar de todos os detalhes com muito cuidado, tanto na cerimônia quanto na festa. Minha referência é sempre a personalidade do casal, tornando cada evento tão diferenciado um do outro. Eles não têm o meu perfil e, sim, o dos noivos.

PENSANDO NA SATISFAÇÃO MÁXIMA DO CASAL, QUAIS SÃO AS MELHORES QUALIDADES DE UM CERIMONIALISTA?

O que pode acontecer de pior para um profissional do ramo de casamento, sem dúvida, é decepcionar seu cliente em uma data tão importante. Por isso, são essenciais: compromisso, organização, disciplina e segurança.

Cerimonialista Dorinha Araújo - Cerimônia de casamento -  Foto Marina Lomar

QUANDO AS NOIVAS LHE PROCURAM, ELAS SABEM AO CERTO O PAPEL E A IMPORTÂNCIA DO CERIMONIAL?

O cerimonialista é quem conduz a organização do evento e elas só compreendem a dimensão de seu trabalho ao longo do tempo. O mais importante é que exista uma identificação imediata entre os noivos e o profissional, pois durante ele será o responsável por guiá-los frente às decisões através de sua experiência. Os melhores fornecedores precisam estar em suas mãos.

VOCÊ ESTÁ COMPLETANDO 27 ANOS DE CARREIRA. QUAL ACONTECIMENTO MAIS LHE MARCOU?

O período Collor marcou não só o meu trabalho, mas o de muitos brasileiros. No início do seu mandato, o confisco das poupanças surpreendeu a todos e gerou um clima de instabilidade muito grande. Imagina para quem estava com o casamento marcado? A solução que alguns clientes encontraram foi fazer trocas. Por exemplo, um noivo, que era dono de uma loja de tecidos, fez metade do pagamento em metros e metros de pano – o que foi ótimo para mim, pois nessa época também fazia decorações. Utilizei os tecidos em toalhas de mesa. Ser cerimonialista é encontrar soluções, mesmo quando elas não parecem existir.

Cerimonialista Dorinha Araújo - Recém-casados -  Foto Marina Lomar

E QUASE TRÊS DÉCADAS ATRÁS, COMO ERA O MERCADO DE CASAMENTOS?

Vendo como são as festas, hoje, chega a ser difícil imaginar a produção de um evento naquela época. Era, de fato, muito precário. Dentre os maiores problemas, estava a falta de fornecedores e prestadores de serviços. Tínhamos as ideias, fazíamos o planejamento e não havia opções de mesas, cadeiras, lustres e toldos no mercado, por exemplo. Tudo era muito improvisado e, mesmo sem ter uma empresa especializada no segmento, já fiz até mesa de doces. As dificuldades nos dão experiência.

O QUE VOCÊ PONTUA COMO AS MAIORES ALTERAÇÕES NESSE SETOR EM CRESCENTE DESENVOLVIMENTO?

Com a experiência que adquiri, percebi que cada festa é única. Devemos nos empenhar para adaptar as possibilidades dos noivos a fim de concretizar seus desejos. Então, se o cliente oferece um campo de futebol para fazer o evento, com a infraestrutura que temos hoje podemos construir até mesmo um palácio. O céu é o limite, basta trabalharmos para isso!

 Cerimonialista Dorinha Araújo - Recepção -  Foto Marina Lomar

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CRÉDITOS

1. Carolina Cattan | 2. Renato Moreth | 3,4 e 5. Marina Lomar

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