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Depois da festa: quem paga o pato?

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E agora José? A festa acabou, a luz apagou… Para não se assustar com os gastos pós-casamento melhor incluir um planejamento (mediante orientação da sua assessoria) referente as surpresas do dia seguinte. Saiba como agir nessas situações já que é praticamente impossível, por exemplo, não quebrar nada durante uma festa.

São muitas decisões e fornecedores envolvidos nos preparativos, porém, quase ninguém se lembra de uma parte não tão agradável assim: o ressarcimento de peças ou equipamentos danificados durante a festa. Apesar de não ser um assunto tão falado fato é que o ônus existe e uma hora a conta chega, por isso, é melhor estar preparado para os gastos extras.

Conversamos com Luis Felipe Cordeiro Guerra, proprietário da Arte de Receber – empresa especializada na locação de materiais para eventos –, para saber como funciona esse pagamento e o que pode ser feito para evitar dores de cabeça. Vamos lá?

O QUE ESTÁ NA LEI?

Tudo que caracteriza a prestação de serviço, seja ela qual for, deve estar estabelecido em contrato, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, pois se trata de uma relação de consumo. Desta forma, o responsável por qualquer dano ao material também deve ser citado para que não haja nenhuma surpresa desagradável.

QUEBROU, PAGOU!

O responsável pela reposição da peça quebrada ou danificada é quem efetuou a locação. No caso da Arte de Receber, o empresário explica que poderá ser o decorador, o bufê ou os noivos.  Se for o profissional, o valor do prejuízo será repassado ao casal no fim da festa.

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COMO FICA O ACERTO DE CONTAS?

Luis Felipe conta que sempre tenta fazer a forma de pagamento ser interessante tanto para o cliente quanto para a empresa – mas isso varia de empresa para empresa.

CUIDADOS COM O MATERIAL ALUGADO:

As peças da decoração dificilmente são quebradas, porque não costumam ser mexidas. No entanto, o empresário explica que alguns convidados acreditam que podem levar quase tudo da festa para casa. Quanto ao material do bufê, ele diz que é impossível não haver perdas. Para tentar diminuir o prejuízo, Luis Felipe sugere um serviço cuidadoso na hora de recolher os copos, principalmente, ao redor da pista de dança, onde ocorre a maioria dos danos e quebras.

MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR

A fim de evitar aquele susto na hora de ver o prejuízo, alguns bufês estão estabelecendo seguro para qualquer dano ao material. Esse valor, segundo o empresário, varia de R$ 3 a 5 por pessoa. Caso o cliente não queira usar este recurso, já sabe que pagará o valor unitário de cada peça quebrada no fim do evento.

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Carioca que, depois de começar a escrever sobre amor, conheceu um mineiro especial e agora sonha mais do que nunca com o grande dia. Divertida, decidida – às vezes nem tanto – quer levar a você o melhor do mundo wedding para que um dia, assim como ela, possa subir ao altar do jeitinho que imaginou.